O Executivo incluiu o turismo no conjunto dos sectores estratégicos prioritários. Para a titular da pasta, este facto demonstra claramente a importância e a vocação da actividade turística para cada província do país.
Ângela Bragança disse que o Executivo, através do Programa de Apoio à Produção, Diversificação das Exportações e Substituição das Importações (PRODESI), associado ao Projecto de Apoio ao Crédito (PAC) definiu o triângulo Namibe-Huíla-Cunene como uma das seis localidades prioritárias para o investimento no “mega-cluster”
de hotelaria, turismo e laser.
A ministra lançou o repto à Faculdade de Economia em particular, e à Universidade Mandume ya Ndemofayo, em geral, a desafiar estudantes e académicos a apresentarem monografias e dissertações sobre o potencial turístico da província.

Forte potencial

Na ocasião, o governador provincial da Huíla, Luís da Fonseca Nunes, defendeu ser imperioso a discussão do tema do turismo de forma científica para que se possa olhar para os mecanismos de transformação do elevado e forte potencial em fonte de
receitas e de criação de riqueza.
Por sua vez, o reitor da Mandume ya Ndemofayo, Orlando da Mata, disse que a conferência procura mostrar a importância de observar a actividade turística no sector económico com a devida relevância que merece, à semelhança do que acontece
noutras partes do mundo.
A elaboração de uma política eficaz de aproveitamento das potencialidades turísticas do país quer seja a nível nacional, regional ou local, deverá envolver o poder público, a iniciativa privada, as associações, os especialistas na matéria e a comunidade”, defendeu.
O decano da Faculdade de Economia, César Reis, referiu que a realização conjunta da conferência inserida na Expo-Huíla 2019 teve o propósito de proporcionar uma oportunidade de reflexão colectiva e aberta com vista a identificação dos principais desafios do sector turístico em Angola. DM