O diplomata falava à imprensa no final de uma audiência concedida pelo Vice-Presidente, Manuel Domingos Vicente, a quem apresentou os seus cumprimentos de despedida no termo
da sua missão em Angola.
O governante reconheceu, porém, que, apesar deste aumento nas trocas comerciais entre os dois países, as cifras absolutas não são tão grandes como as de Angola com outros países como China.
“Quando cheguei a Angola, em 2012, o volume das trocas comerciais era de 25 milhões e, no último ano (2016), obtivemos 500 milhões”, precisou.
Referiu que uma das tarefas principais da sua missão em Angola foi a diversificação das trocas comerciais e das relações económicas, de modo geral, para não se limitar apenas à diamantífera ou das altas tecnologias.
“Queremos diversificá-las e estão na mesa de negociações programas e planos de construção de fábricas de produção e equipamento técnico e projetos na área da agricultura, dos transportes. No entanto, ainda é cedo para podermos falar destes projetos”, disse.
Em Abril do ano em curso um grupo de empresários russo esteve em Angola para identificar as áreas de investimentos, tendo os mesmos entabulado conversações com as autoridades nacionais com vista a firmar parcerias com a classe empresarial angolana.