União Europeia (UE) financiou três novos programas de cooperação na área do desenvolvimento económico e da governação local no país num valor de 23 milhões de euros. A sessão de assinatura das convenções de financiamento teve lugar em Luanda no passado dia 31 de Janeiro. Foram signatários o ministro da Economia e Planeamento, Sérgio Santos, e a directora da África Central, Austral e Oceano Índico na Comissão Europeia, Francesca di Mauro.
As três novas acções de cooperação que a UE compromete-se em financiar em Angola abrangem tanto a área económica quanto a área política. Dois dos programas visam reforçar o sector privado, a criação de empregos e a melhoria do ambiente de negócios. O terceiro tem como objectivo apoiar a participação da sociedade civil no processo de descentralização política. Todos estes programas foram desenhados na perspectiva de uma progressão mais equitativa e sustentável de Angola para o desenvolvimento, em sintonia com o quadro definido no Acordo de Cotonou. A UE e o continente africano são parceiros de longa data. O Acordo de Cotonou, que existe há vinte anos, constitui a base do diálogo de cooperação sobre questões de segurança, trocas comerciais e Estado de direito, entre outros. Em 2018, uma nova Aliança África-Europa para investimentos e empregos sustentáveis foi lançada para celebrar e reforçar esta parceria. A erradicação da pobreza e das desigualdades nos países parceiros da União Europeia constitui uma prioridade para que os mesmos alcancem os Objectivos de Desenvolvimento Sustentável definidos pelas Nações Unidas. Estas novas convenções vêm reforçar o conjunto de acções do Governo de Angola no sentido de promover o desenvolvimento sustentável e demonstra a confiança da UE no processo de reformas em curso no país.