A Vedatela, indústria de vedações detém até o momento, o monopólio na fabricação de cercas metálicas e rolo de arame farpado, abastecendo cerca de 80 por cento do mercado nacional contribuindo para a redução das importações e na geração de mais receitas para o país
Instalada em 2012, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, a empresa cobre em grande parte, as necessidades do mercado nacional, fornecendo material às grandes obras de construção civil, projectos em cursos e outros entes particulares, sobretudo as empresas e fazendas agrícolas.
A empresa ao produzir este tipo de material, tem sido muito solicitada no mercado nacional para atender aos vários projectos de impacto social como Laúca, que envolve uma grande engenharia civil para a produção de energia no país.
O coordenador comercial da Vedatela, Dorivaldo Narciso, disse que a empresa de origem angolana produz várias tipologias de arame, desde o farpado, laminado até ao liso. Produz ainda o metal distendido, o painel electrossoldado e a rede elástica que são geralmente utilizados pelas empresas para fazer vedação das suas instalações.
“Anteriormente, vendíamos e também colocávamos. Mas agora só produzimos o material, e os serviços de colocação, terciarizamos aos nosso parceiros”,disse Dorivaldo Narciso.
O responsável disse que a empresa tem abastecido todo o mercado nacional, pois os seus produtos são de alta qualidade e muita resistência, aliás, “não temos carência de matéria-prima razão pela qual vendemos os nossos produtos a empresas e também a clientes individuais, pois basta dirigirem-se às nossas instalações para adquirir os produtos”, sustentou Dorivaldo Narciso.
Através de grandes empreiteiras, a unidade fabril trabalha em regime de turno para cumprir com os prazos de entrega do material que garante alta segurança dos projectos como a Hidroeléctrica de Laúca e a rede de instalação de sistemas de abastecimento de água, executados pelo Ministério da Energia e Águas.
Segundo apurou o JE, o arame laminado, também conhecido como arame sul-africano, é um dos mais procurados, porque em termos de eficácia de protecção de propriedade, efectivamente é o de maior segurança garante, porque as lâminas são extremamente afiadas e muito juntas, e é quase impossível a pessoa colocar a mão sem causar danos, um corte profundo provoca muita dor.A fábrica emprega cento e cinquenta e dois trabalhadores(152) na sua maioria angolanos.