Apenas 10 das 76 fábricas instaladas na Zona Económica Especial Luanda-Bengo (Zeelb) estão em pleno funcionamento, disse semana o presidente do Sindicato Democrático dos Trabalhadores da Indústria, Comércio e Serviços, Carlos Samuel Neto.

O líder sindical deu essa informação à Angop à margem de uma reunião das comissões sindicais das unidades industriais da Zeelb, e justificou que as demais fábricas estão paralisadas por influência da crise económica e financeira.

A propósito dessa realidade, o entrevistado defendeu a necessidade do Estado privatizar e fazer concessões de unidade fabris e empresas públicas.