Ocrescimento da economia da África Subsariana deverá fixar-se em 3,2%. As perspectivas regionais do FMI de Outubro reflectem uma desaceleração face às estimativas de crescimento de 3,5% divulgadas no relatório de Abril, como resultado da desaceleração das economias ricas em recursos naturais, devido à decorrência de um ambiente económico internacional adverso às exportações das commodities. Porém, o relatório alerta que mais de 24 países deverão registar um crescimento acima da média, o que deverá contribuir para o aumento rápido do PIB per capita de mais de 500 milhões de africanos residentes nestes países, enquanto 21 países deverão crescer abaixo da média. Paralelamente, o FMI prevê que a região apresente um crescimento médio de 3,6% em 2020. A economia sul africana cresceu 0,1% no IIIº trimestre de 2019. A taxa representa uma desaceleração de 0,8 p.p. face à variação anterior, reflexo das contracções registadas em alguns sectores como electricidade, gás e água(-2,4%), agricultura(-8,9%), construção(-3,1%) e mineração(-0,7%). Contudo, o FMI perspectiva que a economia encerre o ano corrente com uma taxa de crescimento de 0,7%, inferior aos 1,2% previstos no relatório de Abril. Paralelamente, no IIIº trimestre a taxa de inflação atingiu, 1% abaixo dos 4,5% do trimestre anterior e a taxa de desemprego situou-se em 29%. A taxa de crescimento anualizada do Ruanda fixou-se em 11,9% no IIIº trimestre.
A taxa de crescimento desacelerou face aos 12,2% apurados no trimestre anterior quandoatingiu o melhor desempenho.