O Governo angolano vai continuar a dar maior atenção, às questões relacionadas com a materialização dos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Segundo o ministro da Economia e Planeamento, Manuel Neto da Costa, em declarações à imprensa, à margem da cimeira de Nairobi, capital do Quénia, sobre População e Desenvolvimento, estão em curso iniciativas para a mobilização de parceiros internacionais para dar resposta aos compromissos assumidos na cimeira de Cairo (capital do Egipto).
Manuel Neto da Costa afirmou que, a iniciativa prevê mobilizar fundos a partir de parceiros internacionais, como a União Europeia, as Agências das Nações Unidas e o Banco de Desenvolvimento africano.
Destacou que a proposta do Orçamento Geral do Estado para 2020, entregue na Assembleia Nacional, dá garantias de dias melhores.
Na ocasião, o governante angolano apelou a racionalização dos recursos das despesas públicas para dar resposta às várias situações.
Sobre a pressão nos produtos, nesta fase de final de ano, o ministro explicou que a economia regista uma influência que incide em grande medida nos preços, mas ainda assim,  disse, o Governo vai continuar a trabalhar para
estabilizar a economia.
Quanto ao emponderamento da mulher, sublinhou que Angola está a viver uma situação difícil do ponto de vista das finanças públicas, mas acredita que o próximo ano será melhor.
Segundo o ministro da Economia e Planeamento, Manuel Neto da Costa, em declarações à imprensa, à margem da cimeira de Nairobi, capital do Quénia, sobre População e Desenvolvimento, estão em curso iniciativas para a mobilização de parceiros internacionais para dar resposta aos compromissos assumidos na cimeira de Cairo (capital do Egipto).
Manuel Neto da Costa afirmou que, a iniciativa prevê mobilizar fundos a partir de parceiros internacionais, como a União Europeia, as Agências das Nações Unidas e o Banco de Desenvolvimento africano.
Destacou que a proposta do Orçamento Geral do Estado para 2020, entregue na Assembleia Nacional, dá garantias de dias melhores.
Na ocasião, o governante angolano apelou a racionalização dos recursos das despesas públicas para dar resposta às várias situações.
Sobre a pressão nos produtos, nesta fase de final de ano, o ministro explicou que a economia regista uma influência que incide em grande medida nos preços, mas ainda assim, disse, o Governo vai continuar a trabalhar para
estabilizar a economia.
Quanto ao emponderamento da mulher, sublinhou que Angola está a viver uma situação difícil do ponto de vista das finanças públicas, mas acredita que o próximo ano será melhor.