O processo de venda livre de residências na Centralidade do Zango 5, inaugurada oficialmente nesta quinta-feira, em Luanda, inicia-se na primeira quinzena de Janeiro de 2020, anunciou o director-geral adjunto do Instituto Nacional da Habitação (INH), António Teixeira.
Esta será a segunda fase de comercialização de habitações naquela urbanização, que começou a receber os primeiros moradores em Outubro de 2018.
A primeira fase foi dirigida apenas aos trabalhadores da função pública e de empresas públicas.
Até ao momento, mais de três mil moradias, das sete mil 964 construídas pelo Governo angolano, já estão habitadas. Essas habitações estão construídas numa área total de 416 hectares. Segundo António Teixeira, o acesso às novas habitações obedecerá, essencialmente, três modalidades: arrendamento, pronto pagamento e renda resolúvel.
A modalidade de arrendamento abrange os cidadãos que têm um rendimento/salário não superior a 80 mil kwanzas; o pronto pagamento é para as pessoas que têm possibilidades de pagar imediatamente (venda directa); enquanto a renda resolúvel engloba os cidadãos com um salário acima de 97 mil kwanzas.
De acordo com a fonte, que falava à Televisão Pública de Angola, em Janeiro próximo a empresa responsável pela venda das casas (Imogestin) anunciará os outros requisitos e canais/meios apropriados para a entrega de candidaturas.