As potencialidades turísticas dos municípios de Cacuso e Cangandala, na província de Malanje foram visitadas por uma delegação do Ministério da Hotelaria e Turismo, composta por directores nacionais do sector, numa iniciativa que visa contribuir para a elaboração de roteiros turísticos.
Em declaração à imprensa, o director nacional para Área de Qualificação de Infra-estruturas Turísticas, Afonso Bita, disse que o objectivo é conhecer os pontos turísticos e divulgar as potencialidades da região de Malanje para uma maior promoção a nível nacional e internacional.
Afonso Bita fez-se acompanhar pelos quadros do sector e representantes de agências de viagem, responsáveis de unidades hoteleiras e promotores turísticos que almejavam conhecer as potencialidades turísticas de Malanje, para a criação de pacotes turísticos.
Realçou que actividade idêntica foi realizada nas províncias do Zaire, Cuanza Norte e Sul, devendo o projecto abranger as demais regiões do país a partir de 2020.“Depois da observação feita o ministério vai criar condições técnicas para junto dos seus parceiros contribuir para o desenvolvimento do sector, para a geração de receitas e empregos na província de Malanje”, disse, o responsável, que destacou o interesse dos operadores locais do sector turístico.

Promover a imagem
Na ocasião, o director nacional de Promoção Turística, Luquénio Araújo, destacou a realização no próximo ano, de uma série de feiras de especialidade do sector, em Espanha, que considerou como sendo a principal participação de Angola, África do Sul, Lisboa e Berlim, com o objectivo de promover a imagem e as potencialidades turísticas nacionais.
Segundo fez saber ainda, o responsável, a actividade vai contar com o apoio das missões diplomáticas no exterior do país.
“É um trabalho contínuo e muita coisa há por se fazer ainda para a promoção turística, mas ainda assim, esforços estão a ser desenvolvidos neste âmbito através de várias agências tendo citado a AIPEX, devendo termos no próximo ano a Expo-Angola-Dubai uma importante plataforma para a promoção da imagem do país”, disse Luquénio Araújo.
O responsável reconheceu a curiosidade e o interesse demonstrado pelos cidadãos estrangeiros em conhecer Angola, pois como realçou é pouco divulgado no exterior, bem como também as potencialidades turísticas.
A nível de Malanje destacou as Quedas de Calandula, Rápidos do Kwanza e as majestosas Pedras Negras de Pungo Andongo,
na vila turística de Cacuso.
Defendeu a necessidade de se criarem condições para a promoção do turismo interno para quem tem a ver com alojamentos, restauração entre outros factores.

Locais turísticos
Malanje tem identificado, a nível dos 14 municípios, 69 locais turísticos que não estão a ser bem aproveitados, sendo que apenas seis são frequentados diariamente por turistas nacionais e estrangeiros, nomeadamente as Quedas de Calandula, Rápidos do Kwanza, Pedras Negras de Pungo-Andongo, Miradouro da Baixa de Cassanje e Quedas de Musselege.
Além destes, Malanje tem ainda a Mesa da Rainha Njinga Mbande na comuna do Cuale, as Quedas dos Bem Casados em Cambundi- Catembo, as Quedas de São Francisco em Massango, Musselege, Mbango a Nzenza e Macatalando em Calandula, bem como as Cachoeiras de Kadiheke, no Quela.

Malanje recebe acima de 8 mil turistas/ano

Conhecida como a terra da Palanca Negra Gigante, a província de Malanje, é por excelência uma terra turística e com um potencial invejável nesta vertente, banhada por  uma diversidade de sítios turísticos, porém faltam apenas investimentos para dar maior visibilidade, promoção e divulgação dos seus encantos naturais.
8.574 turistas entre nacionais e estrangeiros dão entrada anualmente a Malanje, para desfrutarem das belezas e encantos naturais, que a província da “Palanca Negra Gigante”  dispõe.
Segundo o director do Gabinete provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Fernandes Cristóvão, a média mensal é de 314 turistas, tendo no período de Junho e Dezembro, os que registam a movimentação de turistas.

Fomento turístico
O sector prevê realizar um diagnóstico para a actualização do Plano Director Provincial, que deve culminar com a elaboração dos Planos Directores Municipais.
Fernandes Cristóvão anunciou, também, o licenciamento de empreendimentos turísticos, bem como a realização de acções formativas dirigidas aos funcionários de empreendimentos turísticos e jovens interessados.
Referiu ainda a necessidade da implementação do Programa de Fomento e Desenvolvimento das aldeias turísticas. Actualmente, está em curso a identificação de aldeias com as características do programa.
Relativamente as infra-estruturas hoteleiras, a província contava até 2017, com sete hotéis, 123 pensões, 13 hospedarias e 71 unidades de restauração, com realce para os hotéis Nginga, Portugália, Dom Fausto, Poligno, Telma Fashiom, Mbanza Marimba, Regina I e II. Quanto a restauração o destacai recai para o Capri, para além dos já inoperantes, Olaca (Calandula) e restaurante Cacuso.

Acessos dificultam
As vias de acesso aos diferentes pontos turísticos constitui o principal entrave para os turistas nacionais e estrangeiros, amantes da natureza como também inviabiliza a realização de investimentos turísticos nos municípios do interior. A maior parte dos lugares de encanto turístico estão com as vias de acesso em estado avançado de degradação.Conhecida como a terra da Palanca Negra Gigante, a província de Malanje, é por excelência uma terra turística e com um potencial invejável nesta vertente, banhada por  uma diversidade de sítios turísticos, porém faltam apenas investimentos para dar maior visibilidade, promoção e divulgação dos seus encantos naturais.
8.574 turistas entre nacionais e estrangeiros dão entrada anualmente a Malanje, para desfrutarem das belezas e encantos naturais, que a província da “Palanca Negra Gigante”  dispõe.
Segundo o director do Gabinete provincial da Cultura, Turismo, Juventude e Desportos, Fernandes Cristóvão, a média mensal é de 314 turistas, tendo no período de Junho e Dezembro, os que registam a movimentação de turistas.

Fomento turístico
O sector prevê realizar um diagnóstico para a actualização do Plano Director Provincial, que deve culminar com a elaboração dos Planos Directores Municipais.
Fernandes Cristóvão anunciou, também, o licenciamento de empreendimentos turísticos, bem como a realização de acções formativas dirigidas aos funcionários de empreendimentos turísticos e jovens interessados.
Referiu ainda a necessidade da implementação do Programa de Fomento e Desenvolvimento das aldeias turísticas. Actualmente, está em curso a identificação de aldeias com as características do programa.
Relativamente as infra-estruturas hoteleiras, a província contava até 2017, com sete hotéis, 123 pensões, 13 hospedarias e 71 unidades de restauração, com realce para os hotéis Nginga, Portugália, Dom Fausto, Poligno, Telma Fashiom, Mbanza Marimba, Regina I e II. Quanto a restauração o destacai recai para o Capri, para além dos já inoperantes, Olaca (Calandula) e restaurante Cacuso.

Acessos dificultam
As vias de acesso aos diferentes pontos turísticos constitui o principal entrave para os turistas nacionais e estrangeiros, amantes da natureza como também inviabiliza a realização de investimentos turísticos nos municípios do interior. A maior parte dos lugares de encanto turístico estão com as vias de acesso em estado avançado de degradação. Venâncio Victor e Francisco Curihingana