A Companhia de Bioenergia de Angola (Biocom), produtora da marca de açúcar “Kapanda”, levou à Expo-Indústria, a decorrer, até amanhã, na Zona Económica Especial (ZEE) Luanda-Bengo, em Viana, dois novos produtos, o açúcar “mascavo”, de um quilograma, e as saquetas de mesa, de cinco gramas. O gerente da área de Relações Institucionais e Comunicação da Biocom, empresa que participa pela segunda vez na Expo-Indústria, declarou que “as expectativas para fazer bons negócios são grandes”.António Reais adiantou que, em eventos com grande dimensão, como a Expo-Indústria, todo o investidor espera fazer novas parcerias comerciais. O trabalhador da Biocom deu ênfase ao facto de o compromisso da empresa é fazer com que o açúcar “Kapanda” chegue à mesa de todos os angolanos. Para estar presente na Expo-Indústria, a Biocom gastou 1 milhão e 500 mil kwanzas para o aluguer do espaço, a montagem do stand, o serviço de limpeza e o pagamento de alimentação para os seus trabalhadores destacados no evento. António Reais disse concordar com o valor dos espaços de exposição, cobrado por metro quadrado, porque, para a realização de uma feira do tamanho da Expo-Indústria, são necessários valores que devem estar à altura do nível de funcionamento e organização do evento.“Os valores cobrados são compreensíveis, uma vez que, para a realização do evento, entra a parte eléctrica, a logística e a limpeza do espaço, cujos custos são maiores por o evento decorrer na Zona Económica Especial”, acentuou António Reais, para quem as feiras realizadas no local têm contribuído para o aumento das oportunidades de negócios e o estabelecimento de novas parcerias comerciais. A Biocom obteve, na edição passada da Expo-Indútria, resultados satisfatórios, resultantes do estabelecimento de “bons contactos e bons negócios”. “A nossa presença na Expo-Indústria é primordial por ser uma certeza de que tem grandes efeitos comerciais”, reconheceu António Reais.

Mais soluções
O gerente de Relações Institucionais e Comunicação da Biocom defendeu que, neste período de crise económica e financeira, os investidores não devem ficar de braços cruzados. O trabalho empresarial deve continuar a ser feito para o contínuo fomento da produção nacional, defendeu o trabalhador da Biocom, insistindo na necessidade de todos os intervenientes do processo produtivo contribuírem para a saída da crise. “As empresas devem continuar a produzir, assim como os fornecedores de serviços devem também fazer o seu papel e não olhar apenas para os problemas”, adiantou António Reais, que disse ser pertinente e estimulante o lema da Expo-Indústria, que é “Mais Indústria, Mais emprego, Mais Angola”. No seu entender, na troca de experiências comerciais, os investidores podem alcançar um volume alto de negócios e fomentar a economia nacional, com vista à saída da crise económica e financeira. Primeira empresa a produzir e comercializar açúcar, etanol e energia eléctrica a partir da biomassa, a Biocom emprega mais de 2.500 trabalhadores e, para a presente safra, recrutou mais de 600.