O consórcio United Shine, que tinha por finalidade a implementação da Refinaria de Cabinda, incumpriu nas acções acordadas com a Sonangol, razão pela qual a petrolífera estatal decidiu-se pela rescisão do contrato de implementação da Refinaria da província de Cabinda.
A parceria iria permitir realizar, com a celeridade requerida, o projecto por forma a reduzir as despesas do Estado, relativas à importação de combustíveis.
De acordo com o comunicado da Sonangol, o consórcio United Shine celebrou um acordo genérico em Fevereiro de 2019 e um contrato a 04 de Junho do mesmo ano, para a implementação do referido projecto, após um longo processo de selecção de um investidor com capacidade técnica e financeira que reunisse os requisitos legais e de compliance seleccionou, em Novembro de 2018.
Já em Outubro do corrente ano, a Sonangol viu-se forçada a rescindir o contrato, na sequência do incumprimento das acções acordadas e da não garantia, de forma efectiva, incondicional e concreta do financiamento ou garantias para assegurar a implementação da Refinaria em Cabinda.
A Sonangol observou também deficiência na capitalização societária, que demonstrasse robustez financeira a nível de capitais próprios, para assegurar a realização do projecto.
O consórcio, de acordo o comunicado, não demonstrou capacidade de preparação ou de execução das actividades essenciais no período acordado (24 meses).