A informação foi avançada na visita do Vice-presidente da República, Bornito de Sousa, às salinas do Calombolo e Chamume, inseridas no projecto Cidade do Sal, que prevê atingir, no seu ponto mais alto de implementação, perto de dois milhões de toneladas de cloreto de sódio por ano.
O director-geral das salinas Calombolo, Ricardo Coelho, disse que, dos dois mil hectares, 180 estão já em produção. Prevê atingir 150 toneladas no final do ano, contra as 65 do ano passado.
Com cerca de 500 trabalhadores efectivos e mais de duas centenas de eventuais, considerou a actividade rentável, apesar de evitar números.
Os proprietários das salinas Chamume apelaram facilidades ao crédito bonificado para expandir a actividade e a industrialização da produção.
Em implantação numa área de 330 hectares, os dois contam passar de 170 trabalhadores para quinhentos e atingir mil e 500 toneladas de produção até ao fim do ano, contra as mil de 2016.
A cidade do Sal está a ser erguida numa área de 11 mil hectares, a cerca de 20 quilómetros a sul da Baía Farta.
No quadro do programa “Benguela Costa Nova”, o projecto visa aproveitar a água do mar, o sal e centros turísticos, a construir, em alavancas da economia.