Nos últimos dias, o Executivo apresentou o Plano de Desenvolvimento Nacional(PDN) aos empresários, diplomatas acreditados em Angola, jornalistas e outros parceiros estratégicos.
O PDN 2018-2022, que é o documento programático do Executivo e que vai orientar a governação no período previsto, assenta em 25 políticas estratégicas e 85 programas de acção.
O mesmo está ainda acrescido de outros eixos, como os do “desenvolvimento económico sustentável, diversificado e inclusivo”, “infra-estruturas necessárias para o desenvolvimento”, “consolidação da paz, “reforço do Estado democrático e de direito” e “boa governação, reforma de Estado e descentralização”.
O estudante universitário Manuel António defende a fiscalização e rigor no cumprimento do programa como dois pilares importantes para o sucesso das metas previstas. Acrescenta haver uma necessidade de selecionar a dedo os fiscais e as pessoas que directamente vão trabalhar na implementação do mesmo. Outro estudante, no caso Paulo Afonso, defende cautela e a elaboração de critérios para a atribuição ou alocação das verbas.
Por seu lado, a cidadã Ana Paula chama o sentido patriótico dos agentes abrangidos na execução, pois têm de deixar de “pôr o dinheiro no bolso e pensar no desenvolvimento do país, assim como no critério de distribuir melhor a riqueza nacional”.
Já Tomás Silva, com a implementação haverá mais postos de trabalho. Diz esperar por uma redução da miséria em todas as províncias e mais desenvolvimento.
Viriato Mário, comerciante, solicita que haja também divulgação noutros segmentos da sociedade, a fim de todos compreender de que forma o Governo pretende desenvolver o país e resolver os problemas das famílias.
Franco Martins, outro estudade universitário, disse que teve acesso ao programa por via de um amigo e considera óptimo se for cumprido na íntegra. Segundo ele, com a implementação do PDN, vai-se reduzir a pobreza e aspirar-se um desenvolvimento humano que se deseja que ocorra.