Representantes de quatro organizações da sociedade civil angolana e são-tomense partilham, desde terça-feira ao dia de hoje, informações sobre monitorização das Finanças Públicas.
O objectivo é conhecer o trabalho que tem sido desenvolvido pelas organizações da sociedade civil e pelos actores estatais dos sistemas de gestão das Finanças Públicas de Angola e ter acesso a casos de estudo e boas práticas do país, segundo a delegação da União Europeia.
A iniciativa é uma promoção do Programa para a Consolidação da Governação Económica e Sistemas de Gestão das Finanças Públicas nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa e Timor Leste (PALOP-TL) e visa melhorar a governação económica nesses países da lusofonia, contando com 7,7 milhões de euros de financiamento europeu administrados directamente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
Os delegados são-tomenses da Webeto, Centro de Integridade Pública, Federação das Organizações Não-Governamentais de STP e Plataforma dos Direitos Humanos e Igualdade de Género foram recebidas pelas congéneres angolanas do Conselho de Igrejas Cristãs em Angola (CICA), da Acção para Desenvolvimento Rural e Ambiente (ADRA) e da Plataforma das Mulheres em Acção (PMA).
Na agenda estavam igualmente encontros com o CICA, ADRA, PMA e outras organizações angolanas que trabalham no domínio da monitorização social do Orçamento Geral do Estado (OGE).