Os bancos Millennium Atlântico (BMA) e Económico (BE), com um total de 12,5 milhões de euros cada, foram os que ficaram com a maior fasquia do “bolo” de 35 milhões de euros vendidos pelo Banco Nacional de Angola (BNA) aos operadores comerciais com o intuito destes assegurarem a reposição da sua posição cambial e permitirem o acesso às divisas aos clientes que possuem valores cativos nas respectivas contas em moeda externa. Na nota que o banco central fez publicar o realce vai para o facto dos tradicionais BAI, BFA e BIC, na ala dos privados, terem ficado de fora, além do BPC e BCI, pela ala pública, sendo também estes cinco (5) bancos tidos como os que têm liderado as sessões de leilões semanais que o banco central efectua com os parceiros e de onde são definidas as taxas de câmbio a praticar, conforme a deliberação de Janeiro, que introduziu a banda flutuante nas operações cambiais.