A estratégia de bancarização do Banco Internacional de Crédito (BIC), este ano, com a oferta de serviços e produtos financeiros atractivos aos cidadãos deve ser reforçada, em breve, com a entrada de novas agências.
Estão previstas ao todo 10 balcões nas províncias do Cuanza Sul (Gabela), Zaire (Mbanza Kongo), Cuanza Norte (Lucala), Malanje (Cacuso), Huambo (Bailundo), Huíla (Cuvango e Matala), Cunene (Xangongo) e Cuando
Cubango (Mavinga e Catuitui).
Com mais de 190 balcões já espalhados pelo país, números que o tornam na maior rede privada de balcões, ficando atrás só do público Banco de Poupança e Crédito (BPC), a administração do BIC espera trazer para si mais clientes e gerar novos empregos para os locais.
Ao que soube o JE, o banco tem actualmente mais de 90 balcões fora de Luanda, onde já superou a centena, e deverá fixar também a marca das 100 agências quando forem inauguradas as actuais estruturas.
O presidente do Conselho de Administração do banco, Fernando Teles, disse, recentemente, à margem de um fórum do BNA, que o BIC apresenta uma taxa do crédito malparado a rondar os 10 por cento. Contudo, segundo afirmou, considera o mesmo como um percentual não preocupante de todo devido as provisões.
Quanto ao financiamento, Fernando Teles salientou que actualmente o banco BIC é um dos principais financiadores com cerca de 2,8 milhões de dólares em crédito à economia, e cerca de 75 por cento (usd 2,1 milhões), foram concedidos ao Estado. “Portanto, também estamos a dar a nossa contribuição para melhorar a situação económica do país”, informou.