De acordo com uma nota a que o JE teve acesso, igual tendência positiva de confiança mostraram os accionistas do banco que reforçaram os fundos próprios da instituição com mais 26,9 por cento.
Apesar de viver um momento desafiador, situação que obrigou a restruturações operacionais e organizacionais da instituião,o BPC, que possui a maior rede de balcões, estando presente nas 18 províncias angolanas, viu ainda crescer o seu activo líquido em 26,2 por cento.
O documento dá conta, todavia, da redução ligeira da margem complementar em 19,9 por cento.
“Estes indicadores reforçam a importância da instituição e, sobretudo, o papel do BPC como um elemento de suporte à soberania de Angola, constituindo-se num activo determinante para a consolidação e diversificação da economia”, lê-se.
Já o plano de recapitalização considera um conjunto de iniciativas que visam assegurar a manutenção de uma posição financeira sólida e de um nível de rendibilidade sustentável e adequado ao perfil de risco do BPC, destacando-se o aumento do capital social por subscrição de acções ordinárias pelos accionistas no valor de 90 mil milhões de kwanzas.