Em alguns supermercados da capital há escassez de produtos importados, nomeadamente legumes (cenoura, beterrabas e brocólis, por exemplo) e produtos de higiene.

O JE fez levantamento a cinco supermercados e constatou, essencialmente, a falta de alguns produtos nas prateleiras.
Estes produtos já escasseam há algum tempo, e fontes antecipam que se deve à subida da moeda estrangeira no mercado.
O comportamento do consumidor varia de acordo com o rendimento disponível e os preços dos bens, o que faz com que as famílias encontrem as melhores opções para racionalizar os seus recursos.
O crescimento da oferta de bens de produção nacional está a devolver o equilíbrio que o custo final necessita. Faz tempo que os produtos nacionais, face a escassez dos importados pesavam no bolso do consumidor na hora das compras porque pensávamos que o que é nosso não tinha qualidade.

Auto-suficiência em hortícolas assume prioridade

A Fazenda Girassol iniciou a colheita num novo pólo agrícola, no N’Zeto, província do Zaire, com mais de 87 hectares irrigados para produtos hortícolas. Desde 2003 a operar no sector agrícola em Angola e com um crescimento sustentado, no início do ano passado
Este novo pólo agrícola, composto por estufas e campos de ensaios, é considerado um projecto estratégico não só para a marca, como para a economia angolana, com a produção de frutas, legumes, ervas aromáticas e a aposta em novas culturas como a batata-doce, reduzindo assim as importações.
Líder de mercado na produção nacional de frutas, legumes e ervas aromáticas com mais de cinco milhões de unidades vendidas por ano e a criação de mais de 300 empregos directos só no pólo agrícola do N’Zeto.
A marca aposta ainda na formação contínua de técnicos angolanos e na utilização das melhores práticas agrícolas mundiais, com a incorporação de processos e mecanismos tecnológicos.
Além da criação do pólo agrícola do N’Zeto, a Fazenda Girassol tem ainda mais dois pólos agrícolas, no Kikuxi e Kifangondo, em Luanda, respectivamente.