O presidente do Conselho de Administração do Banco Privado Atlântico (BPA), Carlos Silva, arrebatou na última sexta-feira o Prémio Sirius edição 2013, na categoria de melhor gestor do ano, numa gala organizada pela multinacional do sector de consultoria Deloitte.

Em declarações à imprensa, o presidente do Conselho de Administração do BPA, Carlos Silva, reiterou o compromisso de continuar a trabalhar para o crescimento da economia angolana. Ele dedicou o prémio aos empreendedores angolanos, que têm sido o foco principal do financiamento que o BPA tem concedido, pois o gestor quer continuar a dar o melhor de si para ajudar no fortalecimento da classe empresarial angolana.

De acordo com o responsável, os gestores são avaliados pelos resultados alcançados e promete tudo fazer para que o banco possa ombrear com as suas congéneres.

Concorreram para esta categoria Carlos Silva (BPA), Francisco Lemos José Maria (Sonangol), José Patrício (Genius), Manuel Gonçalves (Ensa), Manuel Monteiro (Ferti), Mário Barber (BAI), Rui Cruz (Imogestin) e Rui Santos (Sistec).

Empreendedor do ano
Ainda nos prémios individuais, venceu António Mosquito na categoria de melhor empreendedor do ano, ao passo que os prémios de melhor programa de responsabilidade social e melhor programa de desenvolvimento do capital humano foram vencedoras as empresas Chevron e BAI.

Na categoria de melhor programa de educação financeira no sector bancário, instituido pela primeira vez, foi atribuído ao Banco de Poupança e Crédito (BPC).

Na ocasião, o presidente do Conselho de Administração do BPC, Paixão Júnior, disse que o banco que dirige vai continuar a alargar a sua rede bancária até atingir as comunidades mais recônditas do país.
Paixão Júnior assegurou por outro lado, que durante o exercício económico 2012, o BPC já investiu mais de 3 mil milhões de kwanzas em crédito agrícola.

Trata-se de uma nova categoria, criada para esta 3ª edição do prémio Sirius e tem como propósito distinguir as instituições bancárias que mais tenham contribuído para a literacia financeira e bancáRIA da sociedade angolana.

Paixão Júnior dedicou o o prémio aos trabalhadores e dos clientes do banco. “Todos contribuiram para ele. É um prémio à determinação, à persistência e, sobretudo, à nossa humildade”.

Por sua vez, Rui Santos Silva, director-geral da Deloitte Angola, disse que o objectivo do certame é dar a conhecer o mérito e a excelência e competência dos gestores angolanos e reiterou que a empresa que dirige vai continuar a premiar os gestores angolanos que melhor se distinguirem durante o exercício das suas funções.

O gestor lembrou que a comunidade empresarial é a actora e a responsável pelo progresso e promoção da economia do país. São agentes da mudança e construtores do futuro e tornarem Angola um país cada vez mais competitivo, assegurando o seu crescimento, no caminho do sucesso.

Premiar a excelência
Já o presidente do júri, professor Manuel Nunes Júnior, enalteceu o papel do prémio Sirius e afirmou que ao premiar a excelência das empresas e dos actores que, no dia-a-dia, fazem crescer a economia angolana e que, por esta via, contribuem para a melhoria do bem-estar das populações.

O corpo de jurado é composto pelo professor Manuel Nunes Júnior, José Severino, Manuel Alves Monteiro, Henda Inglês, Vera Daves e pela professora doutora Laurinda bancaHoygaard. O júri decidiu distinguir as entidades e personalidades em cada uma das oito categorias.

Foram nomeados para esta categoria, o Banco Keve, Banco Sol, Banco de Fomento Angola (BFA), Banco Internacional de Crédito (BIC), Banco BAI Micro Finanças (BAI), Banco Privado Atlântico (BPA) e Banco de Poupança e Crédito (BPC).

A esta categoria concorreram o Banco Sol, Banco Espírito Santo Angola (BESA), Banco Privado Atlântico (BPA), Chevron - Cabinda Gulf Oil Company, Endiama - Fundação Brilhante, Ensa - Seguros de Angola, Odebrecht Angola, Refriango - Indústria e Comércio Geral, Sociedade Mineira de Catoca e Sonangol EP.