Normalmente, obrigados a recorrer ao mercado informal, para adquirir o produto, sob vários riscos devido às más condições higiénicas dos locais, o JE apurou que são ainda poucos os consumidores que buscam o produto em estabelecimentos comerciais oficiais, tais como supermercados, minimercados e outras lojas de conveniência.
Vilela Gabriel, revendedor, considerou pertinente abrir-se mais matadouros na capital, porquanto se verifica, nos últimos anos, um grande consumo de carne importada com os riscos de caducidade, alteração de prazos de validade, e isso porque a de origem nacional também chega a ser mais cara.
“É preciso criar-se mais matadouros oficiais em Luanda, pois são muitos os que fazem o consumo de carne fresca abatida, e a falta de mais matadouros faz com que estes recorram a estabelecimentos comerciais onde se colocam produtos derivados à disposição das famílias, muitas delas desejosas por degustar um bom pedaço de carne”, disse.
A consumidora Gilda Abreu disse que, normalmente, precisa ir até ao matadouro na zona do Benfica, onde adquire as carnes e derivados de que necessita, mas a preços que considera altos.
Segundo ela, a cadeia alimentar nacional deve ser enriquecida com bens locais.