As acções empreendidas pelo Presidente da República, João Lourenço, contra a corrupção e a impunidade, mereceram o reconhecimento da organização norte-americana Freedom House, num estudo sobre a Liberdade no Mundo, produzido este ano e apresentado terça-feira em Washington, Estados Unidos.
No estudo, a Freedom House mantém Angola na categoria de países “Não livres”, mas com melhorias nas condições para os direitos políticos e liberdades civis.
A organização considera que houve “surpreendentes” melhorias em matéria de liberdade em Angola, Etiópia, Equador e Arménia.
Segundo a Freedom House, estes países demonstram que a democracia tem permitido responsabilizar líderes, criando condições para uma vida melhor.
Numa escala de 01 (menos livre) e 100 (mais livre), Angola conseguiu 31 pontos, com melhor prestação no índice de liberdade (5/7) e nos direitos civis (5.5/7) e pior nos direitos políticos (6/7). Os três critérios em análise são avaliados numa escala de 01 (mais livre) a 07 (menos livre).
A organização considera que, apesar do ambiente global sombrio em matéria de liberdade, houve evolução positiva em muitos países em 2018 que mostram que a promessa universal de reforço da democracia ainda se mantém forte.
De acordo com a Freedom House, 2018 foi o 13º ano consecutivo de declínio na liberdade global. A reversão, segundo a organização, abrangeu países de todas as regiões, com um histórico longo de implantação de democracias.