Os consumidores perderam 1,04 em cada 100 kwanzas gastos na compra de bens de consumo, apesar de os funcionários da função pública que são na sua maioria vinculados ao Governo terem beneficiado de um aumento de 57 por cento desde Janeiro último.
Segundo o boletim mensal do Instituto Nacional de Estatística (INE), o Índice de Preços no Consumidor Nacional registou uma variação de 1,04 por cento, durante o período de Janeiro e Fevereiro de 2019.
As províncias que registaram maior aumento foram Uíge com 1,85 por cento, Zaire com 1,51, Cuanza Sul com 1,41, Cunene com 1,38 e Cabinda com 1,34. As províncias com menor variação foram as de Malanje com 0,85, Lunda Norte com 0,89, Bié e Benguela com 0,92 cada e Cuando
Cubango com 0,94.
A classe bens e serviços diversos com 1,57 por cento, foi a que registou o maior aumento de preços. Destacam-se também o aumento dos preços verificados na educação e hotéis, cafés e restaurantes com 1,56 cada e vestuário e calçadocom 1,34 por cento.
Quanto a variação homóloga, o relatório assegura que, situa-se em 17,96, registando um decréscimo de 3,51 pontos percentuais com relação a observada em igual período do ano anterior.
A classe alimentação e bebidas não alcoólicas foi a que mais contribuiu para o aumento do nível geral de preços, com 0,50 pontos percentuais durante o mês de Fevereiro, seguida das classes bens e serviços diversos com 0,12, vestuário e calçado com 0,10 e mobiliário, equipamento doméstico e manutenção com 0,08 pontos percentuais respectivamente.