Conforme as contas do exercício do ano passado, apresentadas recentemente, em Luanda, os recursos de clientes subiram de 615 mil milhões de kwanzas, em 2015, para 742. O crescimento foi de mais de 17 por cento.
Por outro lado, o número de clientes aumentou para 980 mil, sendo estratégia do banco chegar aos dois milhões em 2021 e investir perto de 40 milhões de dólares na formação de quadros e abertura de novos balcões com os quais pensa participar na estratégia pública de criação de empregos aos nacionais.
O presidente do Conselho Executivo, Daniel Santos, disse que com a fusão, o Atlântico adoptou um programa estratégico para o período 2017-2021, o qual propõe que o banco se assuma como um parceiro de referência no investimento e coloque a realidade digital ao serviço dos clientes.
“Temos a ambição de ser o banco que melhor serve todos os segmentos de clientes, incluindo as famílias de baixa renda e os pequenos e médios empreendimentos”, referiu.
Um dado que ficou assente no encontro de apresentação das contas do banco tem a ver com o facto de a fusão entre o Millennium e o Atlântico ter alcançado um marco, pois ultrapassou desafios, assegurou o reforço de uma cultura única, agora focada na nova instituição.
Daniel dos Santos explicou que embora os dois bancos tivessem trazido tecnologias diferentes, “foi desafiante para as duas equipas unirem-se num único ponto, mantendo o compromisso com os clientes e a uniformização da rede”.
Entre os vários compromissos da instituição, está assegurado o apoio contínuo ao processo de diversificação da economia e contribuição na geração de produtos e de emprego, para proporcionar a prosperidade das famílias e das empresas.
Nesse sentido, Daniel Santos disse que o Atlântico vai reforçar o investimento em 20 milhões de dólares num período de cinco anos, em “projectos criteriosamente seleccionados,