O subsistema financeiro angolano controlou, até Maio deste ano, um total de 18 sociedades de remessa de valores, segundo a mais recente actualização do Banco Nacional de Angola (BNA).
Apesar de um cenário menos bom para esse nicho de mercado, uma vez que escasseam as disponibilidades de cambiais e a consequente remessa ao estrangeiro, os investidores angolanos dão mostras de recorrer à velha máxima segundo a qual “quem não arrisca, não petisca”.
Nos próximos dias, ao que apurou o JE, a zona da Samba, em Luanda, deve testemunhar a inauguração da agência da Cristal Pay, sendo esta uma das 11 operadoras que aguardam pelo início da actividade e que se vão juntar aos actuais sete já em operações.
Na página de internet do BNA, actualizada em Maio deste ano, pode ler-se que o negócio da moeda em Angola controla um total de 30 instituições financeiras bancárias, uma sociedade de locação financeira, 76 casas de câmbio, 40 casas de câmbio que exercem actividade de remessas de valores e 32 sociedades de microcrédito. Há ainda duas sociedades prestadoras de serviço de pagamento “Mobile banking”, três (3) cooperativas de crédito, seis (6) escritórios de representação e uma central de informação
de risco de crédito privada.
As remessas são quantidades de dinheiro enviadas por emigrantes a seus países.
Em Angola, a principal comunidade de emigrantes é a portuguesa. Cresce a chinesa, que muito recentemente viu ser inaugurada uma representação do Banco
da China, já nessa perspectiva.