Os indicadores de desempenho operacional do Banco Sol, no II e III trimestres deste ano, indicaram uma instituição comprometida com o seu objecto de negócio “core business”, e isso visto pela oferta crescente de soluções financeiras dirigidas
aos micro-empreendedores.
No período em avaliação, conforme apurou o JE, o Banco Sol, além de ter sido premiado em Londres como o melhor banco comercial em Angola em 2017 e de uma reconhecida participação na Feira de Frutos e Vegetais (Macfrut - 2017), em Itália, disponibilizou crédito a cooperativas em Cabinda, Bengo, Malanje, Benguela e Cuanza Norte. Em Luanda, o banco apresentou, neste mês de Agosto, a
sua nova frente o, “Sol Seguros”.
Nessa perspectiva, entre Janeiro e Julho, os dados disponibilizados pela Administração do banco dão conta de um desembolso em crédito avaliado em 1,4 mil milhões de kwanzas, em todo o país, no âmbito
do projecto “Sol amigo”.
Mais recentemente, o banco fez uma incursão ás províncias do Bengo, Cuanza Norte e Malanje, onde reforçou a sua presença com o financiamento de várias iniciativas, entre concessão de Bolsas de Estudo, Apoio aos empreendedores e às Cooperativas Agrícolas, com a disponibilização de kwanzas equivalente a vários milhões de dólares.
No Bengo foram formados mais de 100 jovens em empreendedorismo, aos quais o banco garantiu o acesso ao micro-crédito para que estes iniciem com as suas actividades. No Cuanza Norte, o banco dispôs uma linha de crédito no valor de cinco milhões de dólares destinada a apoiar a área de micro finanças, com enfoque para os programas “Angola Investe” e “Crédito agrícola de campanha”. Em Malanje foram concedidas 14 Bolsas de Estudo para a formação de jovens em belas artes, num protocolo de cooperação com a união dos artistas plásticos de Angola.