As entidades financeiras angolanas que trabalham com Pessoas Politicamente Expostas (PEPs), que exercem funções públicas, devem reforçar os cuidados devido às influências que essas possam ter na relação, alertou ontem a directora da Unidade de informação Financeira (UIF). Francisca de Brito entende que os PEPs, tendo em conta a função que exercem na administração pública, podem ser factores de risco para as entidades do sector bancário e não bancário, por força da sua influência.