As frutas são recomendações nutricionais na alimentação por serem amigas da saúde e de uma boa digestão na sua maioria.No que constatamos esta semana, em vários pontos visitados, embora não mostrem subida de preços, os produtos como a banana nacional, laranja, maçã e pêra estão escassos.Se do lado das prateleiras, o arroz, o açúcar, a manteiga e a farinha de trigo, só para citar estes, estão em linha no que refere à procura e oferta dos mesmos, as frutas nem por isso.
E nalguns estabelecimentos visitados, um aparente mau cuidado do que restou, e que ainda assim não se retira da montra.
Vale o facto de continuar-se a pagar 135 a 170 kwanzas pelo quilograma de banana nacional, embora para a maçã já se sente um certo encarecimento do custo do que chega aos 500 e 700 kwanzas, respectivamente.
A pêra, esta ainda não desata e segue a “fama” de fruta cara e de privilegiados, pois que por uma cesta de um quilograma de apenas três a cinco frutas paga-se não menos de mil kwanzas na maioria das unidades de venda.
Contudo, o cenário é de poucas filas na generalidade dos locais visitados. Enchentes só mesmo na corrida às notas físicas de dinheiro para pagar outros serviços nas caixas electrónicas implantadas nos supermercados.
Notou-se ainda que os preços dos vários produtos, principalmente os nacionais continuam a registar baixas consideráveis, ora pelas promoções, ora até mesmo para sinalizar um certo equilíbrio entre a oferta e a procura.
Por exemplo, o feijão, a batata, a fuba de bombó e a de milho mostram-se entre os produtos cujo custo de semana em semana cai para níveis mais baixos. A manter-se a prática destes preços, logo os clientes vão ter por preferência os supermercados ao invés do mercado informal.