Embora se reconheça uma acentuada estabilidade na oferta de bens de consumo regular, no interior de algumas superfícies comerciais é visível a presença de menos frutas nacionais.
Na nossa visita, que passou pelo Kero e Candando do Morro Bento, Shoprite do Prenda e também na Maxi do Rocha Pinto, além do Alimenta Angola do Camama, alguns destes supermercados apresentaram uma montra de frutas menos diversificada e em quantidades mais reduzidas. Se é estratégia ou não, e porque os atendedores de caixa dizem desconhecer as razões, fica-se pela reduzida oferta em época de mais procura junto dos supermercados. Excepção feita ao Candando, onde além de diversificada foi também possível ver quantidades e frutas, muitas delas até incomum ao dia-a-dia de famílias, caso particlular de Luanda onde fizemos o levantamento, como são pitangas e morangos do Lubango, as quais juntam-se romã, melancia e abóbora.
Quisemos todavia comparar os preços com a oferta informal e no caso do ananás, com cerca de meio quilo, os supermercados vendem-no a kz 500 quando na rua, em carrinhos estacionados, custa a metade do valor de referência.