O Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN) registou uma variação de 1,69 por cento, durante o período de Junho a Julho, segundo fez saber o Instituto Nacional de Estatística (INE) no seu boletim mensal.
De acordo com o documento, as províncias que registaram maior aumento foram Benguela com 2,15 por cento, Zaire com 2,10; Cunene com 2,06; Lunda Norte com 1,99 e Moxico com 1,96. Já as com menor variação foram Huíla com 1,16 por cento, Huambo e Bié com 1,20 cada, Cabinda com 1,30 e Bengo com 1,60, respectivamente. A classe “Bens e serviços diversos” com 3,08 por cento foi a que registou o maior aumento de preços.
No levantamento do INE destacam-se também os aumentos dos preços verificados nas classes “mobiliário, equipamento doméstico e manutenção” com 2,83 por cento, “vestuário e calçado” com 2,74 e “bebidas alcoólicas e tabaco” com 2,24.

Variação homóloga
A variação homóloga situa-se em 27,29 por cento, registando um decréscimo de 6,43 pontos percentuais com relação a observada em igual período do ano anterior.
Em termos de contribuição por classe, a de “alimentação e bebidas não alcoólicas” foi a que mais pesou para o aumento do nível geral de preços, com 0,80 pontos percentuais durante o mês de Julho.
Seguem-se as classes “bens e serviços diversos” com 0,20, “mobiliário, equipamento doméstico e manutenção” com 0,19 e “vestuário e calçado” com 0,18. As restantes classes tiveram taxas inferiores a 0,18 pontos percentuais.