O comércio está entregue às lojas de proximidades dos pequenos operadores que, maioritariamente, é dominada por cidadãos do Oeste africano.
Embora na maioria das vezes satisfeitos pelas facilidades que os pequenos comerciantes do Oeste concedem, sobretudo com o “kilapi” de recebe agora e paga depois, Catiana Lopes, moradora do Bloco A, ainda assim é de opinião que a fraca oferta provocada pela alta procura que, às vezes, se regista no Kero, o único lá existente, deve ser superada com a entrada de novos hipermercados.
“Vamos sair todos a ganhar com mais poder de escolha e de certeza melhores preços na aquisição de bens essenciais. Já não se admite que, com tanto terreno, apenas um hipermercado esteja implantado no Kilamba”, disse.
Baião Celestino, também morador do Bloco A, diz ter conhecimento de uma conversa com um elemento de segurança que o terreno vedado em tapume à entrada das casas sociais é das futuras instalações do Maxi. “Que boa notícia esta ao menos”, exulta.