A calmia voltou esta semana no interior dos supermercados, em Luanda. Terminou a azáfama das festas e ao que se vê com vestígios claros de uma quadra festiva consumista. A fraca frequência de clientes sinaliza falta de dinheiro e descanso às compras.

Os clientes que entrevistamos no interior do Candando, Kero e Maxi dizem ser esta uma boa altura para reunir os materiais escolares, pois que “daqui há semanas já a corrida é outra e vale desconfiar que os preços podem aumentar em função da maior procura”, disse João Elias, funcionário público, pai de três filhos, todos no ensino primário (iniciação a 6ª classe).
A um funcionário do Kero, no Kilamba, questionamos sobre os cabazes ainda expostos, apesar de chegar ao fim a época festeja. Segundo o mesmo, habitualmente, a promoção ou baixa de preços para o abate de tais mercadorias só ocorre a partir de 15 de Janeiro. Os preços reduzem-se abaixo do previsto e atendendo as circunstâncias, eles valem pela tradicional cesta básica.