A partir de hoje, o Banco Económico passa a ter em funções um novo Conselho de Administração (CA) e respectiva Comissão Executiva, conforme deliberação recente da Assembleia Universal de Accionistas, realizada em Luanda.
Os accionistas do Banco Económico realizaram, na quarta-feira,07 de Agosto de 2019, na sede do banco uma Assembleia, no qual deliberaram, no âmbito das suas competências legais, a aprovação das contas do exercício de 2018, o aumento de capital, bem como a alteração dos órgãos sociais.
Decorrente da nova estrutura accionista, na qual a Sonangol passa a deter a participação maioritária do capital da sociedade, os accionistas deliberaram, por unanimidade, a nova composição do Conselho de Administração, para o período 2019-2022.
Com a medida dos accionistas, o Conselho de Administração passa a ser integrado por Pedro Luís da Fonseca (presidente) e António Manuel Ramos da Cruz (vice-presidente), ambos administradores não-executivos.
São ainda vogais do Conselho de Administração, mas com a posição de administradores não-executivos, Alice Marisa Leão Sopas Pinto da Cruz e Atandel Joshua Dombolo Chicava.
Para a Comissão Executiva foram indicados pelos sócios, em Assembleia Geral, os também vogais do Conselho de Administração João Salvador Quintas (Presidente da Comissão Executiva), Henda N’zinga da Câmara Pires Teixeira (Administrador Executivo), José Alves Nascimento (Administrador Executivo), Arlindo Ngueva Narciso Das Chagas Rangel (Administrador Executivo) e Jorge Pereira Ramos (Administrador Executivo).
A nota a que o JE teve acesso dá ainda conta da indicação de Hermínio Escórcio e Inocêncio Francisco Miguel para as funções de Presidente da Mesa da Assembleia e vice, respectivamente.
Na mesma esteira, o banco agradeceu a administração cessante pelo desempenho e sucesso do banco, sobretudo na concretização dos objectivos definidos.
O Banco Económico é uma entidade bancária sólida, competitiva, inovadora e bem preparada para enfrentar os desafios da economia angolana. O banco conta hoje com uma rede de 62 balcões e postos e 11 centros de empresas, numa estratégia de crescimento focada no cliente e na satisfação das suas necessidades com uma oferta universal de produtos e serviços financeiros de excelência.
Para tal, desenvolveu áreas de negócio especializadas, que permitem apresentar serviços e produtos totalmente adaptados a cada tipologia de cliente, privado ou empresarial. O banco opera também nas áreas de Gestão de Fundos e Banca de Investimento.
Com a criação das suas diferentes áreas de negócio, o Banco Económico assegura uma total proximidade com os seus clientes, a oferta de produtos bancários diferenciados e inovadores, o apoio de equipas especializadas, bem como instrumentos financeiros para estimular e acompanhar uma maior diversificação da economia e promover o desenvolvimento sustentável de Angola.
No início do ano fora anunciado que o BE, juntamente com o BCI (outro operador com quotas da petrolífera) não distribuíram os dividendos recolhidos no exercício financeiro de 2017.
Naquela ocasião, o Conselho de Administração, ora cessante, argumentara ter sido “determinado, por unanimidade dos accionistas, que não seriam distribuídos dividendos relativos aos resultados do exercício de 2017.