Os armazenistas na província do Bié garantem preços baixos, existência de reservas e garantias de bens alimentares para suportar a demanda nesse mês de Dezembro, especialmente.

Durante a ronda efectuada pelo JE pelos armazéns do município do Cuito, foi visível a agitação de consumidores no interior dos estabelecimentos comerciais.
A “zona dos armazéns”, localizada na periferia do Cuito, é muito frequentada nos últimos meses.
A agitação de pessoas no interior e fora dos armazéns chama a atenção a qualquer pessoa que circula naquelas artérias, que leva a curiosidade de saber se há ou não “promoção” de alguns produtos básicos alimentares.
Moussa Mesr, gerente do famoso armazém da “Angoalissar”, no Bié, confirmou que todos os produtos alimentares vendidos no seu estabelecimento são importados de vários países.
O gerente de nacionalidade Libanesa, disse que “ em Angola há pouca produção com excepção da farinha de trigo, açúcar e o vinagre que algumas vezes retiram de Luanda, a maior parte dos produtos vêem do exterior do país”, afirmou.
Moussa Mesr afirmou que “se faz uma ginástica enorme para os produtos chegarem até ao Bié. Faz-se a importação do exterior até ao Porto do Lobito e depois os camiões transportam até ao Cuito-Bié, facto que necessita de muita vontade e motivação”, afirmou. Para o gerente da Angoalissar, no Bié, houve uma redução dos preços dos produtos alimentares nos últimos meses e isso tem facilitado o bolso de alguns cidadãos para aquisição de mais alimentos.
O JE constatou que os preços dos produtos mais procurados, como o óleo e a massa alimentar, o açúcar, o arroz, a farinha de trigo, que têm preços variados com as restantes lojas.
O óleo de cozinha o preço da caixa varia entre 4 mil, 650 e quatro mil e 700 kwanzas, a embalagem de seis quadras de sabão está no valor de mil e 700 kwanzas, facto considerado razoável pelos consumidores.