A oferta nacional ganha espaço nas festas e outros convívios, diminuindo o peso e preferências dos produtos e outros bens importados no gráfico de consumo.
Um dos produtos que nos últimos tempos ganha espaço é a típica bebida caseira designada por quissângua.
Feita à base de fuba de milho ou mesmo arroz, a quissângua começa a ser preferência dos consumidores angolanos nos convívios familiares ou outros.
Há mesmo famílias que dependem, inteiramente, dos recursos que obtêm pela venda. A procura é tanta, uma vez que as pessoas sentem, a necessidade de substituir as bebidas fortemente baseificadas, para uma mais natural e de feitura local.
Nas comemorações do Natal, há mesmo quem busque por encomendas antecipadas, sendo que no inigmático bairro do Catambor, distrito urbano da Maianga, em Luanda, a tia Amélia conserva a tradição de vender boa quissângua. Com ela, no bairro, só rivalizava o já falecido “Avô Quintino”, cuja quissângua era requisitada em todo o momento por pessoas provenientes de outras partes.
Mas o negócio também está na centralidade. Há mesmo quem faça entrega ao domicílio como parte da evolução do negócio.