De acordo com a Secretária de Estado do Orçamento e Investimento Público, Aia-Eza da Silva, que proferiu ao discurso de abertura na reunião de ontem, apesar da resistência e dinamismo das nossas economias, os países africanos continuam a enfrentar desafios, principalmente a nível das transformações estruturais que permitem que haja criação de empregos e redução da pobreza.
“ E o Africat South tem garantido melhorias consideráveis nos processos de gestão de muitos países, não sendo injusto invocar que para melhor actuação deverá haver um comprometimento maior de cada um de nós, sobretudo no cumprimento das nossas responsabilidades para com esta instituição”, afirmou, tendo
reiterado na ocasião, que a agenda de governação de Angola em particular está assente no plano de desenvolvimento nacional de 2018-2022.
Para a responsável, um dos objectivos centrais assumidos no plano é a diversificação económica, visando o início de um novo ciclo de estabilidade não dependente do petróleo como principal fonte de receita, para o nosso orçamento.
“Entretanto temos enfrentado vários desafios, mas claramente, hoje todos podem ver que estamos num caminho novo de reformas profundas, em que é um processo que contamos com um apoio de todos e em particular do FMI para que sejam materializados os nossos planos”, frisou.
Trata-se de um evento que emerge das relações de parceria, já existentes, com o FMI na área de Assistência Técnica e de formação através do AFRITAC South (AFS) e constitui um esforço de colaboração entre o Fundo Monetário Internacional (FMI) e vários doadores bilaterais e multilaterais, com o objectivo de prestar assessoria técnica na macroeconomia.