desejo de comprar sempre é acompanhado pelo raciocínio lógico do preço mais acessível e compatível com a qualidade do que se pretende adquirir.
Diária, semanal, quinzenal ou mensalmente, a necessidade de prover as dispensas familiares ou de unidades de confecção de refeições, como restaurantes e similares, traz ao de cima os cálculos de onde comprar com qualidade e com o custo mais baixo.
Há dois mercados: um formal, que paga impostos, tem direitos trabalhistas, e às vezes, cobra um pouco mais, e um outro informal, que sem responsabilidades com o fisco leva o lucro directo ao que nele encontra o caminho do auto-emprego. Ao demais, só um à parte, curiosa foi as contas que um certo cliente fazia junto de um mercado informal, onde concluiu que um roboteiro (pessoa que se dedica à carga e descarga de produtos) pode facturar acima de 70 mil kwanzas/mês, valor bem acima do salário mínimo nacional, ainda inferior a 30 mil. No quesito compras de bens alimentares, em Setembro, foi o Candando dos cinco operadores quem vendeu mais baixo os 24 produtos do quadro ao lado, com uma média de 25.838, abaixo dos 27.715; 27.385; 27.479 e 27.295 kwanzas do Alimenta Angola, Kero, Maxi e Shoprite, respectivamente.