“Estamos ávidos de ter uma UGD que tenha uma intervenção maior no mercado de dívida pública. E, é percebermos o que estamos a colocar no mercado, como funciona e quem são os intervenientes no mercado. E esta formação de certeza que vai ajudar exactamente nesse desiderato. Por outro lado, é preciso também que percebamos quem são os tomadores, investidores e quais são as suas aspirações”, realçou.

Responsabilidade e missão

O Secretario de Estado do Tesouro apelou também, aos técnicos da UGD, um sentido de responsabilidade e de missão.
“Temos uma missão muito grande. É só olharmos para o instrumento que é o plano anual de endividamento e ver os desafios que lá estão inseridos. Desafios de captação, de gestão inerentes ao controlo das taxas e dos custos de endividamento público”, sublinhou.
Para o director do Instituto de Formação de Finanças Públicas - INFORFIP, Paulo Ringote, o tempo foi curto para aprofundar as matérias que foram partilhadas, e exortou os formandos a darem sequência ao estudo do material que foi cedido durante o curso.
“Exortamos os colegas a aprofundarem esse conhecimento e pôr em prática. Queremos também convidar à todos, a tomarem contacto com aquilo que o INFORFIP tem do ponto de vista de oferta formativa. Expressem ao Gabinete de Recursos Humanos, ao INFORFIP as necessidades que têm de formação para que nós possamos trabalhar no sentido de garantir com que as necessidades formativas tenham acolhimento”, concluiu.
O curso sobre “Gestão da Dívida Pública” foi realizado no período de 24 a 28 de Abril, nas instalações do Inforfip, órgão encarregue de implementar as políticas de formação do Ministério das Finanças, em Cacuaco.
A UGD é um serviço personalizado do Estado que tem por missão fundamental a negociação e contratação de créditos necessários ao financiamento. Este organismo tutelado pelo Ministério das Finanças goza de personalidade jurídica, autonomia administrativa, patrimonial e financeira.