As províncias que registaram maior aumento de preço, no mês de Junho, de acordo com o Índice de Preços ao Cunsumidor Nacional do Imnstituto Nacional de Estatística (INE), deste mês, foi Malanje com uma variação de 1,47 por cento. O documento do Instituto Nacional de Estatística (INE) dá conta de que o Bengo com 1,37; Moxico com 1,29; Huambo com 1,28 e Cuanza Norte com 1,27 por cento são as outras províncias que integram o lote das que se apresentaram com as variações de preços mais altas. Noutra perspectiva, as províncias com menor variação foram Cabinda, com 0,95, Uíge, com 0,99, Zaire, com 1,02, Benguela, com 1,05 e Bié, com 1,06 por cento, respectivamente. O Índice de Preços no Consumidor Nacional registou uma variação de 1,08 por cento, durante o período de Maio a Junho de 2019. A classe “Lazer, Recreação e Cultura” com1,54 por cento, foi a que registou o maior aumento de preços. Destacam-se também o aumento dos preços verificados nas classes “Bens e Serviços Diversos” e “Saúde” com 1,29 por cento cada e “Mobiliário, Equipamento Doméstico e Manutenção” com 1,18. A variação homóloga situa-se em 16,94 por cento, registando um decréscimo de 2,58 com relação a observada em igual período do ano anterior. Classes de despesas
A classe “Alimentação e Bebidas não Alcoólicas”foi a que mais contribuiu para o aumento do nível geral de preços, com 0,53 pontos percentuais durante o mês de Junho, seguida das classes “Bens e Serviços Diversos” com 0,10 , “Mobiliário, Equipamento Doméstico e Manutenção” com 0,09 e “Vestuário e Calçado” com 0,08 pontos percentuais. As restantes classes tiveram taxas inferiores a 0,08.
Uma perspectiva de maior detalhe é oferecida pelo quadro abaixo, onde se apresenta a incidência inflacionária em Junho de 24 produtos seleccionados do cabaz, com maior contribuição para a taxa de variação do IPCN que, no seu conjunto, representam cerca de 7,0 por cento do total, mas concentram cerca de 49,13 da taxa global de variação do IPCN em Junho.

Desempenho de Malanje
O Índice de Preços no Consumidor da província de Malanje registou uma variação de 1,47 por cento, durante o período de Maio a Junho de 2019. A classe “Transportes” foi a que registou o maior aumento de preços com 3,51. Destacam-se também o aumento dos preços verificados nas classes “Habitação, Água, Electricidade e Combustíveis” com2,83, “Saúde” com 2,13 e “Mobiliário, Equipamento Doméstico e Manutenção”com 1,98. A classe “Transportes” foi a que mais contribuiu para o aumento do nível geral de preços, com 0,47 pontos percentuais durante o mês de Junho, seguida das classes “Alimentação e Bebidas não Alcoólicas” com 0,43, “Habitação, Água, Electricidade e Combustíveis” com 0,17 e “Vestuário e Calçado” com 0,16 pontos percentuais. As restantes classes tiveram taxas inferiores a 0,16. Cabinda, uma das que menos alta registou, mostrou uma variação do Índice de Preços no Consumidor de 0,95 por cento, durante o período de Maio a Junho de 2019. A classe “Vestuário e Calçado” foi a que registou o maior aumento de preços com 2,60. Destacam-se também os aumentos dos preços verificados nas classes “Saúde” com 2,15 por cento, “Bens e Serviços Diversos” com 1,46 e “Bebidas Alcoólicas e Tabaco” com 1,29, respectivamente. Em todos os aspectos, um cenário bastante visível é também o de que para determinados produtos cujo potencial de produção local é reconhecido convive-se com o excedentário de oferta de bens importados. Tanto assim é que a cebola, a batata rena, por exemplo, pesam no somatório do custo final da cesta básica. Estes produtos têm pouca oferta interna o que motiva o crescer dos importados.