As redes sociais são de facto o fenómeno desta era da informação. Servem para o bem e o mal das coisas. Cada um procura tirar dela o melhor proveito possível.
As lojas de conveniência, boutiques e empreendedores individuais estão atentos ao alcance dessa ferramenta tecnológica de comunicação.
Por exemplo, na página moradores do Kilamba, para anunciar qualquer negócio tem de inscrever-se mediante a autorização cedida a troco de uma jóia (ao que apuramos três a cinco mil kwanzas mês no mínimo), pode-se usar o grupo que já tem mais de três a quatro mil subscritores. Os vendedores fazem entrega ao domicílio para certos locais, mas engana-se quem pensar que é apenas em circuito fechado para o Kilamba. Zango, Via Expresso, Baixa da cidade são entre outros os locais em que os anúncios fazem referência de entrega. A diferença está no facto de para as micro-empresas ou negócios que têm sede no Kilamba, a entrega nessa localidade é grátis. Nas demais cobra-se a deslocação, variável de acordo com a distância.
Por essa via, vende-se e compra-se do mais barato ao mais caro. Basta ser negócio e até os supermercados nas suas páginas dão algum ar da sua graça.