No dia 21 de Janeiro, Martin Luther King Jr. completaria 90 anos de idade e o seu legado continua a ser um dos principais exemplos de liderança moral e corajosa em todo o mundo. A sua dedicação inabalável pela luta dos direitos civis inspira as pessoas a serem valentes, verdadeiras e optimistas de que as circunstâncias, os seres humanos e os países podem mudar para melhor.
Veja as 5 lições que podemos aprender com o activista político norte-americano:
1. Invoque a sua coragem - Martin Luther King tomou a liderança do movimentos pelos direitos civis sabendo que haveria violência e resistência. Nada pelo que passou foi fácil, e ele foi confrontado com todo o tipo de obstáculo imaginável. Mas a sua profunda crença de que a causa era mais importante do que os perigos e entraves enfrentados o encorajou a liderar o movimento;
2. Diga a mais pura verdade -
No seu discurso na entrega do Prémio Nobel da Paz, em 1964, Martin Luther King disse que não tinha certeza se deveria aceitar o prémio em nome de um movimento que ainda estava na luta, um movimento que ainda não havia conquistado a paz. Afinal, era dela que o Nobel tratava. Ele chegou à conclusão de que o prémio foi uma homenagem à resposta não violenta à opressão sofrida pelo movimento. “Eu aceito este prémio hoje com fé nos Estados Unidos e no futuro da humanidade. Eu acredito que a mais pura verdade e o amor incondicional serão as palavras finais”, disse;
3. Sinta-se confortável com o desconforto - O deputado John Lewis, congressista do estado da Geórgia e ex-presidente do Comité não-violento de coordenação estudantil, fez um tributo a Martin Luther King na revista “TIME” e escreveu sobre como o activista norte- americano o encorajou a fazer o que Lewis chama de “bom problema”, ao desafiar as injustiças no país;
4. Seja optimista - No seu discurso no Prémio Nobel, King explicou que a base do movimento pelos direitos civis, assim como o seu compromisso pessoal com a causa, era o optimismo;
5. Lidere com carácter - dar valor ao processo, ou seja, valorizar como as coisas são feitas da mesma forma que os resultados. “É possível dizer que o papel desempenhado por ti ao atingir o seu propósito é o legado que deixa para os líderes que o sucederão”, diz.