Para os escritores clássicos, a autoridade era vista como um fenómeno legal, de cima para baixo. Para fayol, autoridade é o poder de dar ordens e o direito de ser obedecido.
Para Weber, autoridade significa a probabilidade de que um comando ou ordem específica seja obedecido.
Já os comportamentalistas, como Barnard, definem autoridade como um fenómeno psicológico verificado de baixo para cima, mas, a partir de quem obedece. Nem todas as ordens são obedecidas. O indivíduo obedece não pelo poder da autoridade, mas decide conscientemente entre a alternativa de obedecer ou não. Obedece, se lhe traz vantagem, ou desobedece, se traz desvantagens, às quais quer evitar.
A autoridade é vista como um fenómeno, pelo qual o subordinado aceita decisões e ordens do superior sob certas condições como:
• O subordinado pode entender a ordem.
• Não a julga incompatível com os seus objectivos pessoais.
• Não a julga incompatível com os objectivos organizacionais
• Está mental e fisicamente apto a cumpri-la
Nessa visão, a autoridade não depende do superior, mas sim da disposição do subordinado em aceitá-la, pois a desobediência representa a negação da autoridade.
Os administradores executam as suas tarefas por meio de outras pessoas. O principal factor do processo administrativo é a autoridade, pela qual outras pessoas são dirigidas e orientadas.
Cabe aos administradores compreender o conceito comportamentalista, segundo o qual, um subordinado aceita a autoridade quando permite que o seu comportamento seja dirigido pelas decisões do seu superior, sem examinar o mérito dela. Qualquer evento que se pretenda levar a autoridade além da “ zona de aceitação”, não será obedecida.