01 A agendado Executivo
Continuar a materializar a agenda do Executivo pelo relançamento e fortalecimento da economia nacional, na satisfação das necessidades e do bem-estar dos angolanos. Muitos desafios nos esperam, juntos vamos enfrentá-los, determinados a vencê-los, para o bem de Angola e dos angolanos. Mensagem especial de solidariedade a todos aqueles que se encontram afastados das suas famílias, por razões de saúde, de trabalho, ou mesmo privados da liberdade. Que encontrem novas razões para acreditar num futuro melhor.

02 Combateà corrupção
Continuar a materializar a agenda do Executivo pelo relançamento e fortalecimento da economia nacional, na satisfação das necessidades e do bem-estar dos angolanos. Muitos desafios nos esperam, juntos vamos enfrentá-los, determinados a vencê-los, para o bem de Angola e dos angolanos. Mensagem especial de solidariedade a todos aqueles que se encontram afastados das suas famílias, por razões de saúde, de trabalho, ou mesmo privados da liberdade. Que encontrem novas razões para acreditar num futuro melhor.

03 Parceriacom o FMI
O Programa com o FMI está baseado no nosso Programa de Estabilização Macroeconómica e no PND 2018-2022, e será importante para a garantia e o reforço da credibilidade das reformas económicas que estamos a introduzir no país, com reflexos positivos num acesso mais favorável de Angola ao mercado financeiro internacional. O Governo aponta acções concretas voltadas para a captação de investimentos, com realce para sectores chave da economia como é o caso do petróleo e dos diamantes. Precisam-se políticas que atraiam os grandes investidores e as multinacionais do diamante.

04 Previsãodo défice
A previsão para o ano de 2019 é de um défice inferior a 0,01 por cento do PIB, com um crescimento estimado de 9,8 das receitas fiscais. As medidas conducentes à consolidação fiscal têm levado a uma redução do défice orçamental. Em 2017, registou-se um défice de 5,6 por cento do PIB. Para 2018, a tendência é estar-se, muito abaixo dos 3,4 previstos no OGE/2018. A redução do défice implicará menores necessidades de endividamento do Estado, com efeitos positivos em toda a economia, sobretudo no que diz respeito à redução das taxas de juro a serem praticadas no mercado.

05 Reservas líquidas
A redução das Reservas Internacionais Líquidas foi de mil milhões de dólares norte-americanos, quando no mesmo intervalo de tempo em 2017 antes das eleições gerais, a redução foi em torno dos 4 mil milhões de dólares dos Estados Unidos da América, até Agosto do ano findo. Tais factos evidenciam que estamos na trajectória certa no que respeita ao ajustamento do mercado cambial e outras medidas serão tomadas com vista a reforçar a transparência deste mercado e a garantir a previsibilidade de maior oferta de divisas na nossa economia.

06 Fomee pobreza
A fome e a pobreza estão entre os males que afligem a população angolana, constituindo-se por isso num dos principais focos de actuação futura do Governo. O combate à pobreza é uma prioridade incontornável. Vamos apostar na criação de emprego estável e na distribuição meritória dos recursos disponíveis, garantindo a adopção de políticas de inclusão económica e social. Apostar também no apoio a programas direccionados de micro-crédito e de programas de crédito dirigidos à pequenas e médias empresas, bem como de crédito jovem. No meio rural, vamos apostar na produção agrícola e pecuária em pequena e grande escala e na garantia do escoamento dos produtos do campo para as vilas e cidades.

07 Política monetária
A política monetária será ajustada às necessidades reais do mercado, sendo que uma das apostas principais é a redução da taxa de inflação. Vamos procurar fixar a taxa de inflação em limites aceitáveis e controláveis. Isso vai obrigar-nos a impor regras rígidas de política cambial e de política fiscal. Vamos apostar no reforço dos sistemas de controlo de actos ilícitos que possam descredibilizar o sector financeiro e bancário, internamente como no exterior. O crédito à economia deve estar de acordo com as necessidades dos agentes económicos e com a obrigatoriedade de diversificação económica, de redução drástica das importações e de aposta nas exportações. Manteremos a aposta na electrificação e na industrialização.

08 Acessoà informação
No domínio da informação, o Executivo estabeleceu e vai executar, programas e acções tendentes a garantir o acesso à informação como factor determinante da afirmação cultural. Vai-se assegurar um maior investimento público no sector da comunicação social, de modo que os angolanos tenham acesso à uma informação fidedigna em todo o Território Nacional. O reforço do sentimento patriótico e da unidade nacional, como factores essenciais da afirmação da nossa cultura, da nossa identidade e da angolanidade ocupa igualmente uma posição de relevo na nossa agenda.

09 Prioridadeao homem
No seu projecto de governo, o presidente deixa claro que o elemento homem constitui o princípio e o fim para o qual deve ser prestada uma atenção especial. O interesse nacional tem de estar acima dos interesses particulares ou de grupo. O mais importante continua a ser ,resolver os problemas do povo. Mas isso não se faz apenas com palavras, mas sim com políticas públicas que respondam o melhor possível aos anseios e expectativas dos cidadãos. Pretendemos aprofundar o Estado Democrático de Direito, reforçando as instituições e propiciando o exercício integral da cidadania.

10 Combustíveis e derivados
Com vista a fazer face à queda da produção petrolífera que se vem registando nos últimos anos, foi aprovada diversa legislação que irá contribuir para o aumento dos investimentos no sector petrolífero, sendo de destacar aqui a aprovação da Lei da indústria de exploração e produção do gás não associado.  Foi, igualmente, iniciado o processo de implementação da Agência Nacional de Petróleo e Gás que irá assumir a função de concessionária nacional de petróleo e gás. O plano de reestruturação da Sonangol tem como principal objectivo concentrar a actividade da empresa na cadeia de valor do petróleo e gás. Vai-se iniciar em breve o processo de privatização de grande parte das suas empresas.