Cada vez mais os profissionais desta era mordena estão a sofrer com estresse e depressão, provocados principalmente pela pressão que sofrem no seu ambiente de trabalho, daí ser relevante às empresas investirem em programas de motivação laboral que estimulem boas práticas de empatia, com o objectivo de aumentar a produtividade e manter um bom clima de trabalho na empresa.

Segundo especialistas em Psicodrama das Organizações, as empresas que mais se destacaram no quesito gestão de pessoas nos últimos anos, são aquelas que sabem muito bem aonde querem chegar e têm a certeza de que dependem dos seus colaboradores para alcançar os objetivos preconizados. De forma muito simples, essas empresas conseguiram reduzir o grau de incerteza, que é um grande gerador de tensão para qualquer ser humano, agiram com empatia, e, ao estabelecer uma comunicação directa e aberta, definiram planos de acção baseados na identificação dos pontos que mais impactam na satisfação profissional dos trabalhadores.

Para sanar dúvidas sobre como a empatia pode ter um grande impacto nas relações de trabalho, estes reforçaram as acções que visam a melhoria  do conhecimento de um pouco mais sobre a história de vida do colaborador ou do chefe, buscar informações sobre sonhos e desejos, ouvir de forma verdadeira e apoiá-los nos momentos de dúvida e tomada de decisão, como alguns dos muitos passos propostos para a resolução destes problemas organizacionais, senão mesmo um dos mais graves.

Esse programa, se aplicado de forma efectiva, tem o poder de elevar as relações interpessoais a um novo patamar, regidos pela confiança e cumplicidade, alcançando níveis de comprometimento e engajamento muito superiores aos encontrados nas organizações hoje em dia. Para que os profissionais possam aprender com esta questão, tudo passa pela aplicação da empatia no dia a dia profissional, feita respeitando o tempo de cada um e a palavra para alcançar os objectivos pretendidos, só com persistência. As relações entre duas pessoas não mudam drasticamente de um dia para outro. Esse trabalho que deve ser feito constantemente e essa mudança devem ser verdadeiras, pois todos acabam por identificar quando é que se está a manipular uma realidade.

Após a identificação de pontos de melhoria e da definição de planos de acção para atingir um melhor equilíbrio, a interação com as demais pessoas deve ser feita por meio da Empatia Cognitiva e Emocional, Orientação para Servir e Foco no Desenvolvimento. A primeira, proponhe a utilização de ferramentas que permitem conhecer um pouco mais as pessoas de nosso convívio, começando por construir conexões um pouco mais profundas. A principal ferramenta desta fase é a escuta activa. Já a orientação para servir, apresenta teorias sobre as necessidades, desejos e motivações humanas e como podemos utilizá-las para ajudar as pessoas a extrair o melhor de si e por último está o foco no Desenvolvimento, que auxilia no aprimoramento da leitura sobre poder e influência e como é possível utilizar esse conhecimento para a conquista de nossos objetivos.