Investimento é todo o dinheiro despendido na expectativa de aumentar os ganhos da empresa no futuro. É o caso, por exemplo, de equipamentos e grandes maquinárias, que embora onerosas, podem aumentar a produção em 2, 3 ou mais vezes. É importante entender que qualquer investimento gera altos custos iniciais ao negócio e o seu objectivo é recuperar esse dinheiro em médio ou longo prazo, através do aumento na capacidade de produção da empresa. Com o passar do tempo, além de se pagar, o investimento passa a gerar lucros maiores que os obtidos anteriormente. Trata-se de um valor que requer cuidado e precisa de ser amplamente estudado e preparado para evitar que se torne um gasto desnecessário ao negócio, o que pode gerar dívidas inesperadas e desnecessárias.

Perdas
As perdas são os valores despendidos em eventos ocasionais e anormais, e que não irão proporcionar retorno algum à empresa. Em geral, não é possível prever esses eventos, e embora seja possível prevenir, por vezes, a precaução acaba por não ser o suficiente.
Incêndios, acidentes, inundações e factos do género, são perdas impossíveis de prever, mas que custam avultadas somas para que o problema seja minimizado, resolvido e para que a empresa volte às suas actividades normais.
Além disso, furtos e roubos também fazem parte das perdas. Assim como nos eventos citados anteriormente, é muito difícil prever, mas existem maneiras de evitar essa perda financeira.

Desperdício
Desperdícios, são recursos utilizados sem que agreguem valor ao produto ou serviço, e por consequência, para o cliente. Em geral, são materiais ou tempo usados além do necessário ou de forma indevida e que acabam por aumentar os gastos da empresa.
Existem 7 desperdícios de produção que foram categorizados por Taiichi Ohno, um engenheiro de produção que começou a sua carreira em 1943 e que se aplicam em empresas de diversos segmentos. Veja quais são:
1. Defeitos: produtos com defeito; serviço mal executado; produto fabricado com matéria prima defeituosa;
2. Excesso de produção: produção maior ou mais rápida que o necessário;
3. Espera: ociosidade da equipa ou dos equipamentos;
4. Transporte: movimentação desnecessária de materiais e equipamentos;
5. Movimentação: movimentação desnecessária da equipa;
6. Processamento inapropriado: processos realizados pela equipa ou pelo maquinário que não agreguem valor;
7. stock: stock excessivo de produtos ou matéria prima.