Parece certo que a motivação é uma força interior, pessoal, única e individual.
É um processo que orienta a pessoa para aquilo que vai atender à sua necessidade. Quando o objecto não é obtido,
o sujeito entra em frustração.
Um dos principais interesses dos pesquisadores na área do comportamento organizacional é entender por que as pessoas desempenham certas tarefas e de que maneira se comportam frente a determinados estímulos.
Por que determinadas pessoas dão o máximo de si enquanto outras fazem o mínimo possível?
O que é necessário para que os funcionários de uma empresa se sintam realmente envolvidos com as tarefas que desempenham?
Nas últimas décadas, muitas pesquisas e teorias enfocaram essas questões.
Para Murray , a motivação distingue-se de outros factores que também influenciam no comportamento, tais como: experiência passada, capacidade física e situação-ambiente em que se encontra. Para ele, um motivo divide-se em dois componentes importantes (Impulso e objecto).
É comum encontrarmos isso no ambiente organizacional.
Quanto maior o desejo do funcionário em ascender, maior será o investimento nele mesmo.Se o ambiente for hostil ou a tendência é que o funcionário se torne alienado na relação com o trabalho.