É comum verificar-se que muitas empresas não se preparam com antecedência e cuidados necessários, visando o futuro das lideranças da organização. Muitas sequer analisam sobre que alternativas recorrer por altura da aposentação dos seus profissionais. Aconselha-se assim que as organizações vejam o plano de sucessão como uma ferramenta de extrema importância quando chega o momento dos profissionais em cargos de alta gerência, deixarem a empresa ou mudarem de área.
as organizações devem pois com a antecedência necessária, definir os trabalhadores com condições de assumir postos de trabalho no caso de desistências ou exonerações, evitando desta forma os constrangimentos de soluções em cima da hora, uma vez que obrigaria a acções imediatas e urgentes de capacitação dos trabalhadores.É recomendável que não se opte pela definição de apenas um elemento para cada cargo, devendo fazer-se um levantamento do máximo de colaboradores com potencial. É importante aproveitar ocasiões como férias ou licenças dos ocupantes dos cargos, para testar os
seus possíveis sucessores.
Depois de identificar os funcionários internos que possam ser sucessores em funções-chave da empresa, busque listar as suas necessidades e os perfis que se acreditam que a organização precisa para se desenvolver. Desta forma, o plano de sucessão pode ajudar a identificar, com mais assertividade, os profissionais que devem ser buscados num recrutamento, por exemplo.
Depois de entender como elaborar um plano de sucessão para os cargos de gerência, tenha em mente que os sucessores, além de competentes, devem gostar da ideia de se tornarem líderes.