A produção de madeira na presente campanha florestal (2017/2018) registou uma queda acentuada situada em 87 porcento, em comparação à campanha do ano anterior, informou o director do Gabinete de Estudos, Planeamento e Estatística do Ministério da Agricultura, Altemiro Diogo.
De acordo com o responsável que apresentava o balanço das actividades do ano Agrícola 2017/2018, no âmbito do 1º Conselho Consultivo do Ministério da Agricultura e Florestas, a produção de matéria ficou longe de atingir os 251 mil e 643 metros cúbicos, prognosticada no âmbito do Plano de Desenvolvimento Nacional, atingindo apenas 22.012 metros cúbicos, correspondente a nove por cento, contra mais de 86 mil metros cúbicos do ano anterior.
O director justificou na ocasião que o curto período de exploração esteve na base da baixa na produção.

Produção
Na fileira de frutas disse que o país produziu mais de três milhões de toneladas, com um acréscimo de 2,8 por cento de produção, em comparação ao ano agrícola 2016/2017, com maior destaque para o abacate, ananás, a manga, citrinos e a banana.
De acordo com os dados apresentados, o país colheu ao todo, um milhão 542 e 968 toneladas, numa área de 105 mil e 635 hectares, tendo registado uma baixa de (0,8) por cento comparativamente à época anterior.
Entre os alimentos mais produzido nesta fileira, destacam-se o repolho, a cenoura, o tomate, a cebola e o alho.
Em termos de quantidade de produção, o “Ranking” é liderado pelas províncias do Huambo (produção de cereais e leguminosas oleaginosas), Uíge (produção de raízes e tubérculos) e Benguela (produção de frutas e hortícolas).

Balanço
Quanto a cereais, o país registou a produção de dois milhões e 250 mil 853 toneladas de milho durante o ano agrícola 2017/2018, tendo aumentado 16 por cento em comparação à época anterior, semeada numa área compreendida a dois milhões e 408 mil e 352 hectares.
Altemiro Diogo informou que a produção do arroz permaneceu estática, ao registar dois milhões e 250 mil e 853 toneladas durante o período em análise, dos três milhões e sete mil e 110 toneladas que tinha sido constituído como meta.
Em relação à produção do feijão, informou que o sector da Agricultura registou um decréscimo avaliado em 4,5 por cento, tendo atingido apenas 25 mil e 247 toneladas das 19 mil 326 prognosticadas.