Onovo Conselho de Administração da Sonangol abraçou, recentemente, o desafio de transformar com entusiasmo e compromisso a melhoria da eficiência, do aumento da rentabilidade, a transparência da gestão e preparar na empresa um novo modelo para dinamizar o sector petrolífero angolano.
O foco dessa está absolutamente centrado, entre outros aspectos, em diminuir os custos de produção e optimizar os recursos, visando a competitividade. A petrolífera do Estado pensando nos melhores níveis de eficiência, está a desenvolver as competências e os perfis das equipas internas em linha com os melhores operadores, promovendo a responsabilidade com a comunidade.

Balanço da actividade
Nos primeiros cinco meses de mandato do novo Conselho de Administração foram alcançadas importantes conquistas, assentes em quatro pilares fundamentais: rigor, rentabilidade, transparência e excelência.
De entre estas conquistas destacam-se 10 iniciativas-chave que respondem a objectivos concretos: tornar a empresa mais eficiente e
eficaz; implementar boas práticas de gestão e governance; criar uma linha aberta de comunicação com os principais stakeholders (investidores e parceiros) e reforçar a parceria institucional com o Executivo.
Assim, foram aprovadas medidas para tornar a Sonangol uma empresa mais eficiente e eficaz, diminuindo custos, racionalizando recursos e optimizando processos, através de:
1. Contenção de custos e de aumento de eficiência para aumentar rentabilidade no negócio de petróleo e gás;

2. Contenção de custos e de aumento de eficiência nas áreas centrais e nos serviços de apoio: Negociação ou cancelamento de contratos a nível central e nas subsidiárias; revisão de modelos de operação; racionalização de diversos gastos e consumos considerados supérfluos;

3. Reavaliação de investimentos com foco na sustentabilidade e na criação de valor para a economia angolana: reavaliação dos investimentos, para assegurar a viabilidade a longo prazo dos investimentos; continuação do forte esforço de investimento na exploração, desenvolvimento e produção e parceiros operadores em Angola;

4. Revisão de processos críticos da empresa, como a definição do plano de negócios e o processo de orçamentação; processo de compras
e contratação de serviços, observando a nova lei da contratação pública e as melhores práticas;

5. Reforço das competências, com a identificação de áreas da empresa para reforço de competências e arranque de esforço de recrutamento interno e externo para colmatar as lacunas identificadas. As medidas aprovadas durante os primeiros cinco meses de mandato do Conselho de Administração permitem poupanças recorrentes superiores a 240 milhões de dólares por ano.
Estas medidas são críticas e o Conselho está a trabalhar com todos os colaboradores na identificação e na execução de novas acções de
optimização e racionalização de custos. Complementarmente, a gestão de topo da petrolífera estatal estabeleceu uma nova prática de gestão que valoriza uma comunicação aberta, envolve a organização na tomada de decisão e fomenta a participação dos colaboradores na transformação da Sonangol. Destacam-se:

6. A criação de 10 comités de gestão por área de acção, envolvendo Administradores e Directores para conjuntamente definir, avaliar e acompanhar a implementação de iniciativas que contribuam para o aumento da rentabilidade, da produção e da segurança da empresa;

7. A realização de cerca de 40 encontros entre Administração e Colaboradores, envolvendo mais de 6.000 colaboradores, não só para esclarecer dúvidas quanto às acções em curso e apresentar o novo modelo do sector petrolífero, mas também para ouvir sugestões; Estes encontros visam explicar as principais mudanças no sector e apresentar as iniciativas em curso para melhoria da eficiência da empresa, com enfoque para:

8. Encontros com investidores para reforçar a forte base de confiança que assegura as fontes de financiamento para os investimentos prioritários que se pretendem realizar nos próximos anos;

9. Encontros com operadores e prestadores de serviço do sector para melhorar o clima e métodos de trabalho. Finalmente, é uma prioridade chave é reforçar a parceria institucional com o Executivo, assegurando o completo alinhamento nas decisões críticas para Angola.
A este nível garantiu-se:

10. A comunicação frequente dos resultados económico-financeiros e a coordenação institucional com o Ministério das Finanças, dos Petróleos e o Banco Nacional de Angola (BNA).