O controlo de gastos consta entre os requisitos para manter o equilíbrio financeiro e estabelecer uma margem de lucro de um negócio, indica o sítio cibernético “Conta Zul”.

De acordo com a publicação, com um pouco de organização e planificação de gastos é possível acompanhar detalhadamente as despesas mensais.

A fonte indica igualmente que, para calcular melhor o preço de compra e venda de um produto e até mesmo prever os gastos da família, devem ser feitas de forma a poupar dinheiro para por exemplo vir a realizar uma viagem em tempo de férias.
Para um melhor entendimento, a publicação trás três elementos fundamentais a ter em conta.

1. Como controlar
A publicação indica que com ofertas de consumo bastante agressivas, além de um custo de vida cada dia mais elevado, não é raro encontrarmos pessoas que perderam o controlo de gastos pessoais e acabaram contraindo dívidas.

Para retomar a rédea de suas finanças, a publicação aconselha que é importante dedicar um pouco de tempo para organizar os gastos e analisar para onde foi o dinheiro.

Mesmo quem não tem dívidas também pode fazer uma planificação de gastos pessoais, seja para economizar dinheiro como para utilizá-lo de maneira mais consciente.

Para o “Conta azul” uma das formas para manter os gastos sob controlo passa pela planificação de gastos pessoais. Por outro, é importante descrever tanto os gastos fixos quanto variáveis, sem se esquecer de estabelecer uma percentagem para reserva financeira que poderá ser fundamental em caso de gastos inesperados.

Ainda que você não consiga estipular valores exactos, com a indicação de montantes aproximados já é possível utilizar a planificação para obter uma ideia geral de quais são as suas principais fontes de renda e despesas.

2. Gastos da empresa
Quanto aos gastos da empresa, o “Conta azul” aconselha a não abrir mão do controlo
rigoroso dos custos.

Para uma tomada de decisão tanto comercial quanto administrativa, bem sucedido é fundamental saber o que vai
comprar e porque comprar.

Uma boa planificação de custos pode ajudar o empresário a determinar os produtos que apresentam a melhor margem de lucro e quais mercadorias devem deixar de compor o estoque. Assim, ao definir o custo mínimo o empreendedor pode estabelecer qual deve ser o preço de venda para manter o máximo de lucro possível.

Além disso, manter em perspectiva as entradas e saídas de recursos, tanto fixos quanto variáveis, ajuda a organizar o fluxo de caixa de forma precisa e confiável para que a empresa possa conhecer a situação de suas contas e planear investimentos.

3. Despesas pesssoais
Para este sítio cibernético, saber organizar os gastos de uma empresa é a separação entre as contas do negócio e
as despesas do sócio.

É bastante comum que pequenos e médios empresários utilizem as mesmas contas tanto para gastos pessoais quanto
para custos da empresa.

Com a separação das despesas pessoais, o empresário saberá de forma mais segura qual é o resultado real dos investimentos que realizou na empresa e quais são os montantes pessoais disponíveis para serem gastos de forma independente da gestão do negócio.

Uma boa forma para diferenciar as finanças é por meio da adopção de dois planos distintos nomeadamente o de gastos para o empresário e por outro o de custos para a empresa.

Embora não seja legalmente obrigatório, também é recomendado ter contas bancárias separadas, inclusive para efeitos fiscais.

Todas as despesas domésticas do empresário devem ser pagas por meio de sua conta pessoal, enquanto o pagamento de custos da empresa deve ser realizado pela conta da pessoa jurídica.

É fundamental separar gastos com combustível, telefone e internet, por exemplo.

O que não for utilizado para fins administrativos devem ser identificados como despesa pessoal do empresário. Uma boa opção para identificar melhor tais montantes é a adopção de planos corporativos.

Por fim, para que o empresário não retire da empresa valores incompatíveis com as suas tarefas e que poderiam ser mais bem utilizados para realizar investimentos, é importante estabelecer um valor a título de salário, chamado de pró-labore (pelo trabalho), um trabalho realizado por sócio, gerente ou profissional.