Falando à Angop, sobre a preservação dos lugares turísticos, João Ernesto dos Santos, informou que a administração municipal está a trabalhar no sentido de preservarem o ecossistema do lugar turístico da Lagoa do Arco, bem como desencorajar a população em não transformar o local em campo agrícola.
“Com as medidas repreensivas de multas e orientações precisas que a administração foi passando aos infractores, hoje no Arco ninguém pratica agricultura, tudo fruto do trabalho de sensibilização junto das nossas comunidades, para protegerem melhor este sítio, pois o fundamental é mantê-lo sempre limpo e embelezado mesmo sem água para que os nossos turistas possam desfrutar desta beleza natural”, indicou.
Para aqueles que têm o Arco como sítio de lazer, o administrador, apelou no sentido de continuarem a preservar o local, usando de forma racional, não destruindo as plameiras e a não fazerem a prática da caça furtiva, porquanto aí se pode encontrar alguns animais como gazelas, zebras, coelhos e alguns macacos.